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DRIVER HL-DT-ST RW/DVD GCC-4521B BAIXAR

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postado por Kelsey

DRIVER HL-DT-ST RW/DVD GCC-4521B BAIXAR

| Diversão

    HEX) dentro do computador e não consegui baixar esse firmware em nenhum site. granitecountertop.mobi Ae amigos do fórum To tendo um problema sério, no meu drive de dvd, eu coloco o dvd e não roda, ja fiz: 1° Configurei a região p/ região 4 Combo Grav CD /DVD LG - HL-DT-ST-RW DVD GCC- B Você pode fazer o download em. BAIXAR DRIVER HL-DT-ST RW/DVD GCCB - Teste do processador Core iF. Sobre o Clube do Hardware No ar desde, o Clube do.

    Nome: driver hl-dt-st rw/dvd gcc-4521b
    Formato:ZIP-Arquivar (Driver)
    Sistemas operacionais: iOS. Windows XP/7/10. MacOS. Android.
    Licença:Grátis!
    Tamanho do arquivo:19.48 MB


    Iniciando o vi A melhor maneira de compreender estes conceitos é chamar o vi e editar um arquivo. Cada linha corresponde a um dispositivo, contendo os seguintes termos separados por tabulações ou espaços: 1. Cadastre seu e-mail e receba novidades e ofertas exclusivas! Computador desliga sozinho com frequencia. O home também é importante caso seja usado para armazenar o spool de e-mails, no caso de servidores de arquivos ou em servidores de acesso remoto. Mostre SlideShares relacionados no final. Nada mais. O comando cp Copia arquivos. Aqui estou usando Slackware Melhor ainda, os logs podem desempenhar um papel preventivo, na medida em que podem registrar as eventuais tentativas de ataque. As principais foram descritas no meu artigo anterior. Você colocou uma placa de rede OffBoard e quer instalar o driver dela. O grupo é opcional. Exemplos: diff texto. Cria o arquivo. Diariamente navegamos na web e procuramos por novos arquivos.

    Ae amigos do fórum To tendo um problema sério, no meu drive de dvd, eu coloco o dvd e não roda, ja fiz: 1° Configurei a região p/ região 4 Combo Grav CD /DVD LG - HL-DT-ST-RW DVD GCC- B Você pode fazer o download em. BAIXAR DRIVER HL-DT-ST RW/DVD GCCB - Teste do processador Core iF. Sobre o Clube do Hardware No ar desde, o Clube do. DRIVER HL-DT-ST RW/DVD GCCB BAIXAR - Postado 31 de dezembro de Moderadores deste fórum ilkyest. Mais recentes Tópicos Respostas. O EAC afirma que o drive não coloca os dados de áudio no cache (o que . Prepare recorder [HL-DT-ST RW/DVD GCCB] for write in TAO . que agora gravo muito mais CD´s porq viciei em baixar series e filmes, hehe. baixar esse firmware em nenhum site. LG GCCB Free Hl Dt St Rw Dvd Gcc b Ata Device Driver for (HLDTST) GCCB DVDCDRW Hl-dt-st rw dvd.

    Moderadores deste fórum ilkyest. Razer revela novos acessórios mais em conta para jogos. Mais recentes Tópicos Respostas. Postado 31 de dezembro de Se você tem uma conta, faça o login para postar. Computador desliga sozinho com frequencia. Sobre o Clube do Hardware No ar desdeo Clube do Hardware é uma das maiores, mais hl-ft-st e mais respeitadas publicações sobre tecnologia do Brasil. Se você tem uma conta, faça driger login para postar. Upload or insert images from URL.

    No ar desdeo Clube do Hardware é uma das maiores, mais antigas e mais respeitadas publicações sobre tecnologia do Brasil. Ir à lista de tópicos. Como ganhar dinheiro montando computadores. Postado 30 de dezembro de Qual memória devo instalar nesta mobo?? PC Gamer para durar anos. Comandos em Modo Texto O que shell? Shell, ou interpretador de comandos o programa executado logo aps o login, cuja tarefa interpretar e executar os comandos do usurio. Por exemplo, quando o usurio digita no console " ls" e pressiona a tecla Enter, o shell l essa string e verifica se existe algum comando interno embutido no prprio shell com esse nome.

    Se houver, ele executa esse comando interno. Caso contrrio, ele vai procurar no PATH por algum programa que tenha esse nome. Se encontrar, ele executa esse programa, caso contrrio, ele retorna uma mensagem de erro. Para cada terminal ou console aberto, existe um shell sendo executado. Existem diversos tipos de shell: bash, csh, ksh, ash, etc. Configurao do Shell Variveis de Ambiente do Shell O shell carrega vrios arquivos localizados em diferentes diretrios no sistema, denominados: arquivos de recursos, perfil e login.

    Os arquivos de perfil contm as variveis de ambiente, as quais so definies e valores que o shell ou outros programas reconhecem depois do acesso. Exibir variveis de ambiente Para exibir o valor de uma determinada varivel ou uma lista das variveis de ambiente atualmente definidas, podemos utilizar o comando printenv conforme o exemplo abaixo: Exemplos: [leonardo localhost root] printenv PATH. Se digitarmos apenas printenv, teremos uma lista com o valor das variveis do ambiente. Outra forma de exibir as variveis de ambiente atravs do comando env, que ao contrrio do comando printenv no exibe o valor de uma s varivel.

    A varivel PATH Essa varivel define o diretrio ou diretrios onde o shell pode encontrar os programas executveis, caso a varivel no tenha sido definida corretamente ser necessrio digitar todo o caminho para o programa. Estas instrues sobre como adicionar caminhos ao PATH so vlidas temporariamente, at sair do terminal. Esta linha deve existir, tambm, no arquivo. A varivel PS1 deve ser acrescentada linha de exportao no. Criar o arquivo e colocar nele os comandos Use o nano, VI ou outro editor de textos de sua preferncia para colocar todos os comandos dentro do arquivo.

    A primeira linha do script deve ser:! Para que ao ser executado, o sistema saiba que o shell quem ir interpretar estes comandos. Problemas na execuo do script "Comando no encontrado" O shell no encontrou o seu script. Verifique se o comando que voc est chamando tem exatamente o mesmo nome do seu script.

    Caso o nome esteja correto, verifique se ele est no PATH do sistema. Se o script estiver no diretrio corrente, chame-o com um ". Verifique os seus comandos, geralmente o erro algum IF ou aspas que foram abertos e no foram fechados. A prpria mensagem informa o nmero da linha onde o erro foi encontrado. O primeiro shell script. Nesse ponto, voc j sabe o bsico necessrio para fazer um script em shell do zero e execut-lo. Mas apenas colocar os comandos em um arquivo no torna este script til.

    Vamos fazer algumas melhorias nele para que fique mais compreensvel. Executar os trs comandos seguidos resulta em um bolo de texto na tela, misturando as informaes e dificultando o entendimento.

    O comando "echo" serve para mostrar mensagens na tela. Que tal anunciar cada comando antes de execut-lo? Para usar o echo, basta colocar o texto entre "aspas". Se nenhum texto for colocado, uma linha em branco mostrada. Para o script ficar mais completo, vamos colocar uma interao mnima com o usurio, pedindo uma confirmao antes de executar os comandos. Posso continuar? Logo em seguida, o comando "test" verificou se o contedo dessa varivel era "n". Se afirmativo, o comando "exit" foi chamado e o script foi finalizado.

    O operador inverso o ". Com o tempo, o script vai crescer, mais comandos vo ser adicionados e quanto maior, mais difcil encontrar o ponto certo onde fazer a alterao ou corrigir algum erro.

    Para poupar horas de estresse, e facilitar as manutenes futuras, preciso deixar o cdigo visualmente mais agradvel e espaado, e colocar comentrios esclarecedores. Basta iniciar a linha com um " " e escrever o texto do comentrio em seguida. Estas linhas so ignoradas pelo shell durante a execuo. O cabealho com informaes sobre o script e seu autor tambm importante para ter-se uma viso geral do que o script faz, sem precisar decifrar seu cdigo.

    Tambm possvel colocar comentrios no meio da linha como este. Variveis As variveis so a base de qualquer script.

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    E finalmente, o comando "unset" apaga uma varivel. Para ver quais as variveis que o shell j define por padro, use o comando "env". Diferente de outras linguagens de programao, o shell no usa os parnteses para separar o comando de seus argumentos, mas sim o espao em branco. O comando "cat" mostra o contedo de um arquivo. O comando "cat -n sistema" mostra o nosso script, com as linhas numeradas. O "-n" a opo para o comando, que o instrui a numerar linhas, e "sistema" o ltimo argumento, o nome do arquivo.

    O "read" um comando do prprio shell, j o "date"" um executvel do sistema. Dentro de um script, no faz diferena usar um ou outro, pois o shell sabe como executar ambos. H vrios comandos que foram feitos para serem usados com o shell, so como ferramentas. Use "man comando" ou "comando --help" para obter mais informaes sobre cada um deles.

    E o melhor, em shell possvel combinar comandos, aplicando-os em sequncia, para formar um comando completo. Usando o pipe " " possvel canalizar a sada de um comando diretamente para a entrada de outro, fazendo uma cadeia de comandos.

    O comando test O canivete suo dos comandos do shell o "test", que consegue fazer vrios tipos de testes em nmeros, textos e arquivos. Ele possui vrias opes para indicar que tipo de teste ser feito, algumas delas:. Testes em variveis Nm.

    Testes em arquivos um diretrio um arquivo normal O arquivo tem permisso de leitura O tamanho do arquivo maior que zero O arquivo tem permisso de escrita O arquivo mais recente NewerThan Exerccio: script que testa arquivos Tente fazer o script "testa-arquivos", que pede ao usurio para digitar um arquivo e testa se este arquivo existe. Se sim, diz se um arquivo ou um diretrio. Conceitos avanados At agora vimos o bsico, o necessrio para se fazer um script de funcionalidade mnima.

    A seguir, conceitos novos que ampliaro as fronteiras de seus scripts! Recebimento de opes e parmetros Assim como os comandos do sistema que possuem opes e parmetros, os scripts tambm podem ser preparados para receber dados via linha de comando. Veja o script "argumentos":! O acesso direto, basta referenciar a varivel que o valor j estar definido.

    Assim possvel criar scripts que tenham opes como --help, --version e outras. Expresses aritmticas O shell tambm sabe fazer contas.

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    If, for e while Assim como qualquer outra linguagem de programao, o shell tambm tem estruturas para se fazer condicionais e loop. As mais usadas so if, for e while. Diferente de outras linguagens, o if testa um comando e no uma condio.

    Porm como j conhecemos qual o comando do shell que testa condies, s us-lo em conjunto com o if. H um atalho para o test , que o comando [. Se usar o [, tambm preciso fech-lo com o ], e sempre devem ter espaos ao redor. J o while um lao que executado enquanto um comando retorna OK.

    Novamente o test bom de ser usado. Por exemplo, para segurar o processamento do script enquanto um arquivo de lock no removido: Alfamidia Prow Uma ferramenta muito til para usar com o for o seq, que gera uma sequncia numrica. Exerccios A melhor parte finalmente chegou, agora a sua vez de se divertir. Seguem alguns exerccios que podem ser resolvidos usando o que foi aprendido at aqui. Alguns exigiro pesquisa e necessitaro de algumas ferramentas que foram apenas citadas, mas no aprendidas.

    O shelleiro tambm tem que aprender a se virar sozinho! S mostra mensagem informativa em caso de sucesso, do contrrio no mostra nada. No mostrar linhas repetidas. Respostas dos exerccios Resista tentao de olhar as respostas antes de tentar fazer os exerccios!

    Seja forte, insista, no desista! Quando o encerramento do sistema tem inicio, todos os sistemas de arquivos exceto o raiz so desmontados, os processos de usurio so finalizados, servidores so encerrados e finalmente o sistema de arquivo raiz desmontado. Proceda da forma adequada caso contrrio pode-se corromper o sistema de arquivos.

    Unidade 4. A partio estendida pode ser dividida em parties lgicas. Uma vez dentro do fdisk, certas letras correspondero a comandos. O cdigo de identificao de parties do tipo swap 82 0x No entanto, hoje muito se usa sistemas de arquivos journalling, como o ext3 e o ReiserFS. Por padro, o ext2 consiste em blocos de bytes. H trs tipos de blocos. Superblocks Repetem-se a cada blocos. Contm informaes sobre o tamanho dos blocos, inodes livres, data da ltima montagem, etc.

    Os 12 primeiros blocos de dados aps o inode so acessados sequencialmente. Se os dados excederem 12 blocos, blocos inode indiretos agem como espelho.

    Cada inode tem bytes e contm a informao de usurio, grupo, permisses e data referente aos dados associados. Blocos de dados Os blocos que contm os arquivos e diretrios propriamente ditos. A diferena para um sistema de arquivos journalling que um sistema com essa capacidade registra de antemo todas as alteraes que ir realizar no disco. Dessa forma, erros de gravao normalmente ocasionados por queda de energia ou desligamento incorreto podem ser mais facilmente diagnosticados e sanados.

    O comando mkfs cria sistemas de arquivos em parties. H tambm comandos especficos para cada sistema de arquivos: mkfs. Unidade 5. Manuteno da Integridade de Sistemas de Arquivos Checando o Sistema de Arquivos O comando fsck deve ser executado em parties que apresentarem erros ou em dispositivos que foram desligados incorretamente. A partio dever estar desmontada ou montada como somente leitura ro para a verificao.

    Como o comando mkfs, o fsck possui a opo -t para especificar o tipo do sistema de arquivos e um comando especfico para cada partio: fsck. Examinando e corrigindo o Sistema de Arquivos debugfs Depurador interativo de sistemas de arquivos.

    Examina sistemas ext2 e ext3. Muda diretrios, examina dados de inodes, apaga arquivos, cria links, mostra o log de journalling ext3, etc. A anlise feita diretamente no dispositivo. Por padro, mostra o espao em unidades de 1kb. A opo -h usa medidas apropriadas para tornar a sada mais inteligvel.

    Sem argumentos, mostra o uso de cada diretrio no sistema. Um diretrio especfico pode ser indicado atravs da opo -s. A opaco -h usa medidas apropriadas para tornar a sada mais inteligvel. Cada linha corresponde a um dispositivo, contendo os seguintes termos separados por tabulaes ou espaos: 1. Dispositivo 2.

    Ponto de montagem swap se for uma partio de swap 3. Tipo de sistema de arquivos 4. Opes 5. Dump 0 ou 1. Determina se dispositivo dever ser considerado pelo comando dump. Se ausente, 0 considerado. Determina a ordem da checagem feita pelo fsck durante o boot. Se ausente, 0 presumido e a checagem no ser feita no boot. Para permitir que usurios comuns montem e desmontem dispositivos geralmente, o caso de dispositivos removveis deve-se incluir a opaco users para o respectivo dispositivo.

    Para desmontar um dispositivo, o comando umount utilizado tendo como argumento o dispositivo ou o diretrio alvo a ser desmontado. Se mais de uma opo for fornecida, devero ser separadas por vrgula. Unidade 6. Administrao de Cotas de Disco Introduo No Linux podemos definir quotas de espao em disco por usurio ou grupos de usurios. Estas quotas garantem um limite de espao em disco, se este limite for ultrapassado, o usurio ou grupo de usurios no ser capaz de criar novos arquivos at que os mesmos sejam apagados ou a quota seja redimensionada.

    Desta maneira, esse recurso se torna indispensvel para aplicaes que envolvem ambientes multiusurios, servidores etc. Antes de partimos para a prtica, necessrio saber se o suporte a quotas foi compilado no Kernel do sistema. Limites de Quotas Cada sistema de arquivos pode ter cinco tipos de limites de quotas, que so especificados em blocos blocks de bytes cada:. Hard Limit Limite Fsico por usurio: o mximo de espao em disco que um usurio pode ter na partio configurada com quotas de disco.

    Uma vez que este limite de quota ultrapassado, o usurio no poder gravar arquivos na partio. Soft Limit Limite Temporrio por usurio: Indica a quantidade mxima de espao temporria em disco numa partio.

    Quando este limite ultrapassado, o usurio informado que seu espao em disco est terminando e o Grace Period acionado. O usurio ainda poder gravar arquivos at o Grace Period terminar ou at que o Hard Limit seja alcanado.

    Hard Limit para grupo de usurios: o mximo de espao em disco que um grupo de usurios pode ter. Quando esse limite ultrapassado, nenhum usurio poder gravar arquivos em disco mesmo que tenham espao disponvel.

    Indica a quantidade mxima de espao temporria em disco numa partio. Quando este limite ultrapassado, o grupo de usurios informado que seu espao em disco est terminando e o Grace Period acionado.

    Os usurios ainda podero gravar arquivos at o Grace Period terminar ou at que o Hard Limit por grupo seja alcanado.

    Layout de Discos em Sistemas x86 Comandos para gerncia de quotas quota O comando quota usado para visualizar informaes sobre as quotas de espao em disco configuradas para um determinado usurio ou grupo de usurios. Opes: -u - Mostra a quota definida para um determinado usurio; -g - Mostra a quota definida para um determinado grupo de usurios; -v - Mostra as quotas mesmo que nenhuma esteja definida; -q - Mostra somente quando a rota for excedida; -i - Ignora pontos de montagem montados pelo automounter; -l - Mostra apenas quotas de sistemas de arquivos locais; Somente o superusurio pode visualizar as informaes de quotas de outros usurios, sendo que um usurio comum s pode ver a sua quota e a quota do grupo que ele pertence.

    Desta maneira, ele garante que o banco de dados esteja no seu mais recente estado. O editor vi o editor padro usado com o edquota para editar os arquivos quota.

    Podemos usar dias, horas, minutos ou segundos para configurar o Soft Limit, no exemplo acima, o perodo de graa para espao em disco est configurado para 5 dias e 3 dias para armazenamento de arquivos. Esses formatos podem ser: vfsold, vfsv0 e xfs;. Criando e gerenciando quotas Nesse tpico, abordaremos todos os procedimentos para a criao e gerenciamento de quotas.

    Crie os arquivos quota. Estes dois arquivos so os bancos de dados de quotas de usurios e grupos.

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    Nesse exemplo, estamos utilizando quota verso-1, caso algum esteja usando a verso-2, os nomes dos arquivos devem ser aquota. Agora devemos reiniciar o sistema para que as configuraes de quota entrem em vigor. Crie um script para iniciar e verificar o sistema de quotas toda vez que ele inicializado. No esquea de dar permisso de execuo ao arquivo: chmod checaquotas.

    Estrutura de Diretrios Um sistema de arquivos a coleo de arquivos e a hierarquia de diretrios em um sistema. Para mostrar uma lista do seu contedo digite o comando ls l. Esses so os arquivos que contm programas. Os arquivos que comeam com fd so os controladores de disquete. Note que h mais controladores de dispositivo para drivers do que mencionamos. Eles representam tipos especficos de discos.

    Por exemplo, fd1H acessa discos de 3. Aqui temos uma lista de alguns dos controladores de dispositivos mais usados. Note que mesmo que voc no tenha algum dos dispositivos listados, ter entradas em dev de qualquer forma.

    Os nomes dos dispositivos que comeam por hd acessam a discos rgidos. Os nomes de dispositivo que comenam com sd so dispositivos SCSI. Os nomes que comenam por lp acessam as portas paralelas.

    Para que pode ser til isto?. Falaremos mais sobre isto depois. So usados para proporcionar um "terminal" a sesses remotas. Em um sistema recm instalado, esse diretrio estar vazio.

    Esses arquivos contm cdigo que muitos programas compartilham. Isso faz com que os programas executveis sejam menores e reduzam o espao usado em disco. Esses arquivos se referem a vrios processos que rodam no sistema e permitem obter informao sobre programas e processos que esto rodando num dado momento.

    Contm uma srie de subdiretrios que por sua vez contm alguns dos mais importantes e teis programas e arquivos de configurao usados no sistema.

    Entretanto, so esses itens opcionais que tornam o sistema til e interessante. O sistema X Window um ambiente grfico poderoso que proporciona um grande nmero de ferramentas e programas grficos, mostrados em janelas na sua tela. Esse arquivos a maioria dos quais termina com. Se voc est familiarizado com programao C, encontrar arquivos como stdio. Ele contm programas e arquivos no essenciais ao sistema, mas que tornam o sistema mais divertido e excitante.

    Aqui encontrar grandes programas, como o TeX sistema de formatao de documentos e Emacs editor grande e poderoso , se os instalar. H dois subdiretrios para cada seo de pgina de manual use o comando "man man" para detalhes. Alguns deles so:. Outros arquivos guardam logins do sistema, assim como tentativas frustradas. O captulo 4 abordar este assunto. Comandos para manipulao de Arquivos O comando rm Remove arquivos.

    Tambm pode ser usado para apagar diretrios, vazios ou no. Se omitido, assume que o arquivo esteja no diretrio atual. Esta opo tambm pode ser usada para remover sub-diretrios. Exemplos: rm teste. Remove o arquivo teste. Remove todos os arquivos do diretrio atual que terminam com.

    Sintaxe: cp [opes] [origem] [destino] onde: origem - Arquivo que ser copiado. Podem ser especificados mais de um arquivo para ser copiado usando "Curingas". Se o destino for um diretrio, os arquivos de origem sero copiados para dentro do diretrio. Opes - Modificam o comportamento do comando: -f --force No confirma, substitui arquivos caso j existam. Ambos origem e destino tero o mesmo contedo aps a cpia.

    O comando mv Move ou renomeia arquivos e diretrios. O processo semelhante ao do comando cp mas o arquivo de origem apagado aps o trmino da cpia. Sintaxe: mv [opes] [origem] [destino] Onde: Alfamidia Prow O comando ln Cria um novo link para arquivos e diretrios. O link o mecanismo usado para fazer referncia a um arquivo ou diretrio.

    Sintaxe: ln [opes] [origem] [link]. Onde: origem - Diretrio ou arquivo de onde ser feito o link. Link - Nome do novo link que ser criado.

    Opes - Modificam o comportamento do comando: -s -d Cria um link simblico. Cria um hard link para diretrios. Somente o root pode usar esta opo. Hardlinks O comando "ln" usado para criar mltiplos links para um arquivo. Por exemplo, digamos que voc tenha um arquivo chamado "foo" em um diretrio. Usando "ls -i", voc pode ver o nmero do "inode" para este arquivo. Aqui, "foo" tem o nmero de inode no sistema de arquivos.

    Voc pode criar outro link para o arquivo "foo", chamado, por exemplo, "bar", como segue: Alfamidia Prow Com o comando "ls -i", voc pode ver que os dois arquivos tem o mesmo inode. Agora, especificando tanto "foo" quanto "bar", voc ter acesso ao mesmo arquivo. Se voc fizer mudanas a "foo", essas mudanas aparecem em "bar" tambm.

    Para todos os propsitos, "foo" e "bar" so o mesmo arquivo. Esses links so conhecidos como links rgidos hardlink , porque criam um link direto para um inode. Note que voc s pode fazer hard links para arquivos se os links estiverem no mesmo sistema de arquivos.

    Links simblicos veja abaixo no tm esta restrio. Quando voc exclui um arquivo com "rm", voc est, na verdade, apagando um link para o arquivo. Um arquivo realmente excludo do sistema somente quando no h mais links para ele. Usualmente, arquivos s tem um link. Assim, usando o comando "rm" exclui o arquivo. Entretanto, se um arquivo tem mltiplos links, usando o comando "rm" excluir somente um link. Para excluir o arquivo, voc tem que excluir todos os links para o mesmo.

    O comando "ls -l" mostra o nmero de links para um arquivo entre outras informaes. A segunda coluna na listagem, "2", especifica o nmero de links para o arquivo. Com isso claro, um diretrio , na verdade, somente um arquivo contendo a informao sobre as associaes link para inode. Alm disso, cada diretrio contm, no mnimo, dois links rgidos: ". Em outras palavras, o diretrio superior do diretrio root o prprio diretrio root. Links Simblicos Links simblicos, ou symlinks, so outro tipo de link, e so diferentes dos links rgidos.

    Um link simblico permite que voc d outro nome a um arquivo, mas no faz o link ao arquivo por inode. O comando "ln -s" cria um link simblico para um arquivo. Foi criado um link simblico chamado "bar" que aponta para o arquivo "foo".

    Se voc usa o "ls -i", voc ver que os dois arquivos tm, de fato, inodes diferentes. Entretanto, usando o "ls -l", vemos que o arquivo "bar" um ponteiro simblico para "foo". As permisses de arquivo num link simblico no so usadas sempre aparecem como rwxrwxrwx. Elas so determinadas pelas permisses no arquivo alvo do link simblico em nosso exemplo, o arquivo foo. Funcionalmente, links rgidos e links simblicos so similares, mas h diferenas.

    Voc pode, por exemplo, criar um link simblico para um arquivo que no existe; o mesmo no funciona para links rgidos. Links simblicos so processados pelo kernel diferentemente de links rgidos. Links simblicos so teis porque identificam o arquivo para o qual apontam. Com links rgidos, no h uma maneira fcil de determinar quais arquivos esto "linkados" para o mesmo inode.

    Links so usados em muitos lugares no sistema Linux. Se for usado o comando rm com um link, somente o link ser removido. Se for usado o comando cp com um link, o arquivo original ser copiado ao invs do link. Se for usado o comando mv com um link, a modificao ser feita no link.

    Se for usado um comando de visualizao como o cat , o arquivo original ser visualizado. O comando cat Oficialmente usado para concatenar arquivos, mas tambm pode ser usado para mostrar o contedo completo de um ou mais arquivos. Use o comando zcat para ver diretamente arquivos compactados com gzip. O comando tac Mostra o contedo de um arquivo binrio ou texto como o cat s que em ordem inversa. O comando more Permite fazer a paginao de arquivos ou da entrada padro. O comando more pode ser usado como comando para leitura de arquivos que ocupem mais de uma tela.

    Quando toda a tela ocupada, o more efetua uma pausa e permite que voc pressione Enter ou espao para continuar avanando no arquivo sendo visualizado. Para sair do more pressione q. Sintaxe: more [arquivo] Onde: arquivo: o arquivo que ser paginado.

    Para visualizar diretamente arquivos texto compactados pelo gzip. O comando less Permite fazer a paginao de arquivos ou da entrada padro.

    O comando less pode ser usado como comando para leitura de arquivos que ocupem mais de uma tela. Para sair do less pressione q. Sintaxe: less [arquivo]. Onde: Arquivo - o arquivo que ser paginado. O comando head Mostra as linhas iniciais de um arquivo texto. Sintaxe: head [opes] [arquivo] Onde: arquivo - o arquivo que ser mostrado.

    Mostra o [numero] de linhas do inicio do arquivo. Caso no seja especificado, mostra as 10 primeiras linhas. O comando tail Mostra as linhas finais de um arquivo texto. Sintaxe: tail [opes] [arquivo] Onde: arquivo - o arquivo que ser mostrado. Caso no seja especificado, mostra as 10 ltimas linhas. Exemplos: tail teste. O comando touch Muda a data e hora que um arquivo foi alterado. Tambm pode ser usado para criar arquivos vazios. Caso o touch seja usado com arquivos que no existam, por padro ele criar estes arquivos.

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    Faz o touch mudar somente a data e hora da modificao. No cria arquivos vazios, caso os arquivos no existam. Exemplos: touch teste Cria o arquivo teste, caso ele no exista. O comando wc Conta o nmero de palavras, bytes e linhas em um arquivo ou entrada padro.

    Se as opes forem omitidas, o wc mostra a quantidade de linhas, palavras, e bytes. Sintaxe: wc [opes] [arquivo] Onde: Arquivo - Arquivo que ser verificado pelo comando wc. Opes - Modificam o comportamento do comando: -c --bytes Mostra os bytes do arquivo. A ordem da listagem das estatsticas nica, e modificando a posio das opes no modifica a ordem que os dados so listados. O comando sort Organiza as linhas de um arquivo texto ou da entrada padro.

    A organizao feita por linhas e as linhas so divididas em campos que a ordem que as palavras aparecem na linha separadas por um delimitador normalmente um espao. Sintaxe: sort [opes] [arquivo] Onde: arquivo - o nome do arquivo que ser organizado. Caso no for especificado, ser usado o dispositivo de entrada padro normalmente o teclado ou um " ".

    Opes: -b -d -f -r -n Ignora linhas em branco. Somente usa letras, dgitos e espaos durante a organizao. Ignora a diferena entre maisculas e minsculas. Inverte o resultado da comparao. Caso estiver organizando um campo que contm nmeros, os nmeros sero organizados na ordem aritmtica. Caso no estiver, retorna a mensagem "disorder on arquivo". Por padro usado um espao em branco como delimitador de caracteres. O delimitador padro utilizado um espao em branco use a opo -t para especificar outro.

    A contagem iniciada em "0". Caso no for especificada, a organizao feita no primeiro campo. O uso idntico, mas o delimitador iniciado em "1". Exemplos sort texto. Faz a mesma coisa que o primeiro exemplo, s que neste caso a sada do comando cat redirecionado a entrada padro do comando sort.

    Ignora diferenas entre letras maisculas e minsculas durante a organizao.

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    Organiza o arquivo texto. Organiza o arquivo passwd usando como referncia a terceira at a quarta palavra terceiro ao quarto campo.

    Note que a opo -t especifica o caracter ":" como delimitador de campos ao invs do espao. Neste caso, o que estiver aps ":" ser considerado o prximo campo. O comando diff Compara dois arquivos e mostra as diferenas entre eles. O comando diff usado somente para a comparao de arquivos em formato texto. As diferenas encontradas podem ser redirecionadas para um arquivo que poder ser usado pelo comando patch para aplicar as alteraes em um arquivo que no contm as diferenas.

    Isto til para grandes textos porque possvel copiar somente as modificaes geradas atravs do diff, que so muito pequenas e aplicar no arquivo para atualiza-lo atravs do patch ao invs de copiar a nova verso. Opes: -lines [num] Gera a diferena com [num] linhas de contexto. Por padro o diff gera um arquivo com 2 linhas que o mnimo necessrio para o correto funcionamento do patch. Ignora linhas em branco inseridas ou apagadas nos arquivos.

    Ignora diferenas entre maisculas e minsculas nos arquivos. Usa anlise heurstica para verificar os arquivos. Em uma comparao de diretrios, se o arquivo apenas existe em um diretrio, trata-o como presente mas vazio no outro diretrio. Em uma comparao de diretrios, se o arquivos apenas existe no segundo diretrio, trata-o como presente mas vazio no primeiro diretrio.

    Mostra somente se os dois arquivos possuem diferenas. No mostra as diferenas entre eles. Use o comando zdiff para comparar diretamente arquivos compactados pelo utilitrio gzip Alfamidia Prow Use o comando sdiff para visualizar as linhas diferentes entre os dois arquivos em formato texto simples. Exemplos: diff texto. Compara o arquivo texto. Este arquivo poder ser usado pelo patch para aplicar as diferenas existente entre os dois no arquivo texto. Compara o diretrio e sub-diretrios linux Comandos de Busca O comando grep Procura por um texto dentro de um arquivo s ou no dispositivo de entrada padro.

    Sintaxe: grep [expresso] [arquivo] [opes] Onde: Expresso - Expresso regular que ser procurada no texto. Se tiver mais de 2 palavras voc deve identifica-la com aspas "" caso contrrio o grep assumir que a segunda palavra o arquivo! Arquivo - Arquivo onde ser feita a procura. Opes: -A -B -f -h -i -n -U [nmero] [nmero] [arquivo] --no-filename --ignore-case --line-number --binary Mostra o [nmero] de linhas aps a linha encontrada pelo grep.

    Mostra o [nmero] de linhas antes da linha encontrada pelo grep. Especifica que o texto que ser localizado, esta no arquivo [arquivo]. No mostra os nomes dos arquivos durante a procura. Ignora diferena entre maisculas e minsculas no texto procurado e arquivo. Mostra o nome de cada linha encontrada pelo grep.

    Trata o arquivo que ser procurado como binrio. Se no for especificado o nome de um arquivo ou se for usado um hfen "-", grep procurar a string no dispositivo de entrada padro. O grep faz sua pesquisa em arquivos texto. Use o comando Alfamidia Prow Exemplos: grep "capitulo" texto.

    O comando find pode procurar arquivos atravs de sua data de modificao, tamanho, etc atravs do uso de opes.

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    O find, ao contrrio de outros programas, usa opes longas atravs de um "-". Caso for antecedido por "-", procura por arquivos que foram acessados entre [num] minutos atrs at agora.

    Caso for antecedido por "-", procura por arquivos que foram acessados entre [num] dias atrs e a data atual. Procura por arquivos que possuam a identificao de nome do usurio igual a [nome]. Procura por arquivos que esto localizados no inodo [num].

    Procura por arquivos que possuem [num] links como referncia. Procura por arquivos que tiveram seu contedo modificado h [num] minutos. Caso for antecedido por "-", procura por arquivos que tiveram seu contedo modificado entre [num] minutos atrs at agora.

    Procura por arquivos que tiveram seu contedo modificado h [num] dias. Caso for antecedido por "-", procura por arquivos que tiveram seu contedo modificado entre [num] dias atrs at agora.

    Procura por arquivos que no correspondam a identificao do usurio atual. Procura por arquivos que no correspondam a identificao do grupo do usurio atual.

    Procura por arquivos que possuam os modos de permisso [modo]. Os [modo] de permisso pode ser numrico octal ou literal. O arquivo foi acessado [num] vezes antes de ter seu status modificado. Procura por arquivos que tiverem o tamanho [num]. A opo -size pode ser seguida de: Especifica o tamanho em blocos de bytes.

    Especifica o tamanho em bytes. Especifica o tamanho em Kbytes. Procura por arquivos do [tipo] especificado. Os seguintes tipos so aceitos: b - bloco c - caracter d - diretrio p - pipe f - arquivo regular l - link simblico s - sockete. Para detalhes sobre outras opes e argumentos, consulte a pgina de manual.

    Procura no diretrio atual e sub-diretrios um arquivo com tamanho maior que kbytes 1Mbyte. O comando which Mostra a localizao de um arquivo executvel no sistema. A pesquisa de arquivos executveis feita atravs do path do sistema. O comando whereis Localiza o arquivo que contm uma pgina de manual. Sintaxe: whereis [comando] Exemplos: whereis ls whereis cd. Unidade 7. Fluxos, Canalizao pipes e Redirecionamentos de Sada. Processos Unix geralmente abrem trs descritores padro de arquivos, que os permitem processar entrada e sada de dados.

    Estes descritores podem ser redirecionados de e para outros arquivos ou processos. Por padro, o descritor de entrada stdin o teclado e os descritores de sada padro stdout e sada de erro stderr so a tela do computador.

    Os valores numricos para esses descritores so 0 para stdin, 1 para stdout e 2 para stderr. O fluxo dos dados para redirecionamentos e canalizaes pipes numa linha de comando vai da esquerda para a direita. Neste caso, o fluxo dos dados segue da direita para a esquerda. O contedo redirecionado por padro e o de stdout. Canalizao pipe possvel enviar a sada de um comando para a entrada de outro comando simultaneamente, utilizando o carcter de canalizao.

    Isso varia para cada programa, e geralmente se da passando o argumento de destino como um trao - ou simplesmente ocultando o argumento de sada. Da mesma forma, alguns programas precisam que seja especificada a origem dos dados atravs de stdin. Todas essas informaes podem ser obtidas consultando o manual do programa. Extrair a terceira musica de um CD com o programa cdparanoia canalizando o udio atravs do programa oggenc para armazenar a msica no formato Ogg Vorbis.

    Redirecionar simultaneamente a sada tanto para um arquivo quanto para stdout tela , atravs do comando tee. Neste exemplo, xargs tomou cada caminho passado por find e repassou como argumento para o comando ls -l. Unidade 8. Gerenciamento de Processos Em linhas gerais, um processo um programa em execuo. Cada processo possui um nmero nico de identificao chamado PID. Este nmero pode ser usado para mudar a prioridade de um processo ou para finaliza-lo. O processo que inicia um outro processo chamado o processo pai parente process do segundo, assim como o segundo e chamado processo filho child process do primeiro.

    Opes comuns: -p Inclui PIDs dos processos. Opes comuns: ux Mostra todos processos do usurio. A tecla h fornece ajuda sobre o uso do programa. Pode ser usado para alterar a prioridade de um processo. PID do daemon crond: pidof crond Valor numrico 1.

    Valor numrico: 2. Valor numrico: 3. Valor numrico: 9. Valor numrico: Com a opo l lista os sinais possveis. Tarefas em Primeiro e Segundo Plano Aps iniciado um programa no shell, este na maioria das vezes assumir o controle de stdin e stdout, ou seja, ficar em primeiro plano.

    Feito isso, para continuar a execuo do programa em segundo plano, ou seja, mantendo o prompt do bash em primeiro plano, usa-se o comando bg background.

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    Para continuar a execuo do programa em primeiro plano usa-se o comando fg foreground. O nmero mostrado antes do comando identifica a tarefa. Este nmero passado para fg e bg para especificar a tarefa desejada.

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    Se houver apenas uma tarefa na sesso atual, fg e bg podem ser usados sem argumentos. O comando jobs lista as tarefas existentes na sesso atual do bash.

    Os nmeros mostrados correspondem ao nmero da tarefa e ao PID, respectivamente. As sadas stdout e stderr sero redirecionadas para o arquivo nohup. Todo processo comum iniciado com uma prioridade padro 0. Nmeros nice vo de 19 menor prioridade a prioridade maior. Apenas o superusuario root pode diminuir um nmero nice de um processo para abaixo de zero. Por padro, nice muda a prioridade para Inicia o comando tar com nmero nice de prioridade Para alterar a prioridade de um processo em andamento, o renice usado.

    A opo -p indica o PID do processo em questo. As opes -g e -u permitem alterar todos os processos do grupo ou do usurio, respectivamente. Prioridades podem ser modificadas interativamente atravs do programa top. Quando na tela de processos, basta apertar a tecla r e indicar o numero PID do processo.

    Unidade 9. A extenso dos arquivos compactados pelo gzip a. Curingas podem ser usados para especificar vrios arquivos de uma s vez. Quanto melhor a taxa menor a velocidade de compactao e vice versa. A opo --fast permite uma compactao rpida e tamanho do arquivo maior. A opo --best permite uma melhor compactao e uma velocidade menor. Opes -d, --decompress [arquivo] -f -l [arquivo] -r -c [arquivo] -t [arquivo] -[num], --fast, --best.

    O uso da opo -[nmero] permite especificar uma compactao individualmente usando nmeros entre 1 menor compactao e 9 melhor compactao. Quando um arquivo compactado pelo gzip, automaticamente acrescentada a extenso.

    O gzip tambm reconhece arquivos compactados pelos programas zip, compress, compress -H e pack. As permisses de acesso dos arquivos so tambm armazenadas no arquivo compactado.

    Exemplos: gzip -9 texto. Compacta o arquivo texto. Conceitos, Instalao e Administrao de Sistemas Linux gzip -c texto. Compacta todos os arquivos que terminam com. Suas opes so praticamente as mesmas usadas no gzip e voc tambm pode usa-lo da mesma forma.

    A extenso dos arquivos compactados pelo bzip2 a. Caso seja usado um -, ser assumido a entrada padro. Opes -d, --decompress [arquivo] - Descompacta um arquivo. A opo -fast permite uma compactao rpida e tamanho do arquivo maior. Quando um arquivo compactado pelo bzip2, automaticamente acrescentada a extenso.

    Exemplos: Alfamidia Prow Conceitos, Instalao e Administrao de Sistemas Linux bzip2 -9 texto. O tar tambm muito usado para cpias de arquivos especiais ou dispositivos do sistema. Onde: arquivo-destino o nome do arquivo de destino. Normalmente especificado com a extenso. Cria um novo arquivo. O uso de arquivos em mltiplos volumes permite que uma grande cpia de arquivos que no cabe em um disquete, por exemplo, seja feita em mais de um disquete.

    A extenso precisa ser especificada no arquivo de destino para a identificao correta:. Arquivos gerados pelo tar precisam ter a extenso. Exemplos: tar -cf index. Cria um arquivo chamado index. Voc pode notar digitando ls -la que o arquivo index. Desarquiva o arquivo index. O mesmo que o exemplo de arquivamento anterior, s que agora usado a opo -z compactao atravs do programa gzip. Voc agora pode notar digitando ls -la que o arquivo index. Descompacta e desarquiva o arquivo index. Faz o mesmo que o comando acima s que de uma forma diferente: Primeiro descompacta o arquivo index.

    Este comando criara o diretrio. A configurao pr-compilao feita dentro desse diretrio, por um script chamado configure. Este script coleta informaes sobre a arquitetura do sistema, caminhos de comandos, bibliotecas compartilhadas, caractersticas de funcionamento do programa, etc.

    Por exemplo: Alfamidia Prow O script configure possui muitas opes de personalizao da instalao. As informaes coletadas pelo script configure so armazenadas em um arquivo no mesmo diretrio chamado makefile. Este arquivo pode ser editado para alterar as opes de instalao, como a varivel prefix, que desempenha a mesma funo do argumento --prefix do script configure, e outras variveis que indicam a localizao de bibliotecas, comandos, caractersticas do programa, etc.

    Terminada a configurao, o programa pode ser compilado atravs do comando make. Make criara as bibliotecas e arquivos executveis conforme as opes existentes no makefile. Apos o termino da compilao, que pode levar algum tempo dependendo do tamanho e tipo do programa, o programa esta pronto para ser instalado. Se o diretrio base de instalao no estiver no diretrio pessoal do usurio, esse comando devera ser executado com permisses de super usurio root.

    Mesmo estando o diretrio base de instalao fora do diretrio pessoal do usurio, e recomendado executar. Unidade Administrando Usurios e Grupos adduser Adiciona um usurio ou grupo no sistema.

    Por padro, quando um novo usurio adicionado, criado um grupo com o mesmo nome do usurio. Ser criado um diretrio home com o nome do usurio a no ser que o novo usurio criado seja um usurio do sistema e este receber uma identificao.

    Este o arquivo que contm os padres para a criao de novos usurios no sistema. Por padro o adduser checa se a senha pode ser facilmente adivinhada. A criao de grupos tambm pode ser feita pelo comando addgroup. Isto til caso deseje permitir que grupos de usurios possam ter acesso a arquivos comuns. Caso estiver criando um novo grupo com adduser, a identificao do novo grupo ser [num]. Cria um usurio de sistema ao invs de um usurio normal.

    As opes usadas so as mesmas do adduser. Um usurio somente pode alterar a senha de sua conta, mas o superusurio root pode alterar a senha de qualquer conta de usurio, inclusive a data de validade da conta, etc. Os donos de grupos tambm podem alterar a senha do grupo com este comando.

    Os dados da conta do usurio como nome, endereo, telefone, tambm podem ser alterados com este comando. Se especificada, a senha do grupo ser alterada. Somente o root ou o administrador do grupo pode alterar sua senha. A opo -r pode ser usada com esta para remover a senha do grupo. A opo -R pode ser usada para restringir o acesso do grupo para outros usurios. Especifica o nmero mximo de dias que a senha poder ser usada. Aps terminar o prazo, a senha dever ser modificada. Desativa a conta caso o usurio no tenha alterado sua senha aps o tempo especificado por -x.

    Especifica o nmero mnimo de dias para a senha ser alterada. O usurio no poder mudar sua senha at que [dias] sejam atingidos desde a ltima alterao de senha.

    Nmero de dias antecedentes que o usurio receber o alerta para mudar sua senha.