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TEOLOGIA ELEMENTAR BANCROFT BAIXAR

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TEOLOGIA ELEMENTAR BANCROFT BAIXAR

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    Tê OLOGIA GLGMGNTAR DOUTRINARIA E CONSERVADORA E.H. BANCROFT , D.D Teologia Elem entar Muitos líderes evangélicos. e. h. bancroft teologia elementar. 1, views. Share; Like; Download TEOLOGIA ELEMENTAR DOUTRINÁRIA E CONSERVADORA Escrito. Will H. Houghton, D.I. TEOLOGIA ELEMENTAR DOUTRINÁRIA E CONSERVADORA Escrito e E ditado por EMERY H. BANCROFT, D.D. T raduzido do Inglês.

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    Teologia ao Seu Alcance. Pelo testemunho dos profetas Concebido pelo Espírito Santo Os autores bíblicos foram cheios do Espírito como qualquer crente pode ser hoje. Ter Cristo como pastor é sentir-se seguro, amparado, protegido e suprido em qualquer necessidade que venha aparecer. O PAI A. Cristianismo - Doutrinas de Cristo 3 — Igrejas independentes do Estado — Batista, Presbiteriana, Metodista, e as pentecostais em geral. Às Nações. Deus conhece todas as coisas, reais e possíveis, b. Objetivo: Compreender o que é a Bíblia e como foi organizada. Pastor como vimos acima, é aquele que apascenta, guarda, conduz e sustenta o rebanho. Quando pensamos um pouco a respeito do Sl23, vemos o salmista Davi mostrando claramente o seu interesse e proximidade para com seu povo. A Personalidade de Deus Texto-Chave Romanos Argumento teológico. No tocante aos impios O testem unho da Bíblia

    e. h. bancroft teologia elementar. 1, views. Share; Like; Download TEOLOGIA ELEMENTAR DOUTRINÁRIA E CONSERVADORA Escrito. Will H. Houghton, D.I. TEOLOGIA ELEMENTAR DOUTRINÁRIA E CONSERVADORA Escrito e E ditado por EMERY H. BANCROFT, D.D. T raduzido do Inglês. Introduo Segunda Edio. Esta a segunda edio em portugus de Teologia Elementar, Doutrinria e Conservadora por Dr. Emery H. Bancroft. Novamente estamos. TEOLOGIA ELEMENTAR DOUTRINÁRIA E CONSERVADORA Emery H. Bancroft, d.d. EDITORA Download "TEOLOGIA ELEMENTAR. O Dr. Bancroft apela sempre, não à autoridade dos historiadores, nem à dos teólogos e nem à dos. Para que se perceba a necessidade de um reavivamento na teologia é bastante sermões, bem poderiam dar atenção à obra elementar do professor Bancroft.

    Atos Efésios Verdade, a. Concordância e coerência com tudo que é representado pelo próprio Deus. Independência divina de Suas criaturas, b. Isaías Santidade, a. Javé Yahweh. É o nome do relacionamento entre o verdadeiro Deus e Seu povo, e, quando usado, enfatiza a santidade de Deus, o Seu ódio pelo pecado e amor aos pecadores. O Forte.

    Senhor, mestre, b. Usado para homens e Deus, e indica o relacionamento senhor-servo. Nomes Compostos do A. Com EL. El Elyon, traduzido por Altíssimo lit. El Roí, o Forte que Vê Gn El Olam, o eterno Deus Is Com Javé. Javé Jireh, o Senhor provera Gn Javé Nissi, o Senhor é minha bandeira Êx Javé Shalom, o Senhor é paz Jz Javé Sabbaoth, o Senhor dos Exércitos 1 Sm Javé Maccadeshkem, o Senhor que te santifica Êx Javé Tsidkenu, o Senhor justiça nossa Jr Javé Nakeh, o Senhor que fere Ez 7?

    Termos Relacionados. Conhecimento de todas as coisas, reais o-u possíveis. Conhecimento prévio de todas as coisas incluídas no curso ireal dos eventos.

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    A escolha de um povo por Deus para Si mesmo. A Natureza do Decreto. Objeções ao Decreto. O decreto torna Deus autor do pecado. A doutrina do decreto é equivalente ao fatalismo. O fatalismo enfatiza apenas os fins e faz do acaso, nao de Deus, o poder governante. Indícios no A. Passagens que usam a palavra plural Elohim e pronomes plurais para se referirem a Deus Gn , 26; Is Passagens que falam do Anjo do Senhor Gn , Confirmações no N.

    Eclesiologia origem da matéria eclesiologia

    O Pai é Deus Jo ; Ef Jesus Cristo é Deus Hb O Espírito é Deus At O PAI A. Os Relacionamentos do Pai. Pai do Senhor Jesus Cristo Mt 3: 17 4. Pai dos crentes em Cristo gl. Autor do decreto Sl. Comissionador e Enviador do Filho Jo 4. Disciplinador de Seus filhos Hb. Provada pelo A. Provada pelo N. Provada por Obras.

    Certas obras atribuídas a Cristo exigem Sua preexistência e. Provada por Aparições. As aparições do Anjo do Senhor Ex , 4. Provada pelos Seus Nomes. Filho de Deus. Estar em carne. Seu Meio. O nascimento virginal. Predito Is Suas Razões. Revelar Deus aos homens Jo Prover um exemplo de vida 1 Pe Prover um sacrifício pelo pecado Hb Destruir as obras do diabo 1 Jo Ser um sumo sacerdote misericordioso Hb Cumprir a aliança daví-dica Lc Ser sobremaneira exaltado Fp A Pessoa.

    A Pessoa do Cristo encarnado incluía: 1. Divindade plenamente mantida. Perfeita humanidade. Ele Possuía um Corpo Humano. Nascido de mulher Gl Sujeito a crescimento Lc Visto e tocado por homens 1 Jo ; Mt Sem pecado Hb Ele Foi Sujeito às Limitações da Humanidade. Ele sentiu fome Mt Ele sentiu sede Jo Ele se cansou Jo Ele chorou Jo Ele foi tentado Hb Ele Recebeu Nomes Humanos.

    Filho do Homem Lc Jesus Mt Filho de Davi Mc Homem Is ; 1 Tm Ele Foi Capaz de Morrer. Deus Hb Filho de Deus Mt ; a. Senhor Mt Rei dos reis e Senhor dos senhores Ap Provada por Suas Características. Onipotência Mt Onisciência Jo Onipresença Mt Vida Jo ; Verdade Jo Imutabilidade Hb Provada por Suas Obras. Julgamento Jo Envio do Espírito Santo Jo Por anjos Hb Por homens Mt.

    Por todos Fp Provada por Igualdade na Trindade. Com o Pai Jo ; Com o Pai e o Espírito Mt ; 2 Co Infância, pré-adolescência e crescimento até a maturidade. Ministério inicial na Judéia Jo — Ministério na Galileia Mc — Ministério da Peréia Lc — Julgamento perante Pilatos Mc Julgamento perante Herodes Lc Segundo julgamento perante Pilatos Mc Em outras palavras, quais foram as limitações do Cristo encarnado sobre a Terra?

    A Verdadeira Doutrina da Kenosis. Envolve: 1. O encobrimento de Sua glória pré-encarnada. Teoria Falsa da Kenosis. Se isso tivesse acontecido, Ele teria deixado de ser Deus durante aquele período. Cristo era incapaz de pecar.

    Seu Destaque. Um resgate. A morte de Cristo pagou o preço da penalidade pelo pecado Mt ; 1 Tm A justiça de Deus foi satisfeita com a morte de Cristo 1 Jo Cristo morreu no lugar dos pecadores 2 Co Uma prova do amor de Deus Rm Falsas Teorias sobre Sua Morte.

    Quase todas as falsas teorias sobre a morte de Cristo podem ser classificadas em três categorias. Teoria do exemplo ou da influência moral.

    O governo de Deus sobre o universo exigia que Ele fizesse da morte de Cristo um exemplo do Seu ódio ao pecado. Teoria neo-ortodoxa. As aparições. A Maria Madalena Jo Às outras : ulheres Mt A Pedro 1 Co Aos dez discípulos Lc Aos onze discípulos Jo A sete discípulos junto ao mar da Galileia Jo A mais de pessoas 1 Co A Paulo 1 Co A existência da Igreja. A mudança operada nos discípulos. O dia de Pentecostes. A mudança do dia de culto para o domingo. A Natureza de Seu Corpo Ressurreto.

    Era um corpo real Jo Foi transformado de modo a nunca mais ser sujeito à morte e a limitações Rm Para Cristo. Provou que Ele era o Filho de Deus Rm Confirmou a verdade de tudo que Ele dissera Mt Para todos os homens. Garante a certeza do juízo vindouro At Para os crentes. Designa Cristo como Cabeça da Igreja Ef Garante-nos um Sumo Sacerdote misericordioso no céu Hb Características At Precursor Hb Início de Seu ministério sumo sacerdotal Hb 5. Senhorio sobre a Igreja Cl Significado: Cristo como o Doador da vida.

    Cristo, o Cabeça e a Igreja, Seu Corpo. Pastor e Ovelhas Jo Videira e Ramos Jo Significado: vida, segurança. Sumo Sacerdote e Sacerdócio Real 1 Pe Noivo e Noiva Ef Ele é inteligente 1 Co Ele tem emoções Ef Ele tem vontade 1 Co Ele ensina Jo Ele guia Rm Ele comissiona At Ele age no homem Gn Ele intercede Rm Ele fala Jo ; 2 Pe Provada pelo Que Lhe É Atribuído.

    Ele pode ser obedecido At Pode-se mentir a Ele At Ele pode ser resistido At Ele pode ser reverenciado SI Pode-se blasfemar contra Ele Mt Ele pode ser entristecido Ef Ele pode ser ultrajado Hb Nomes que relacionam o Espírito em pé de igualdade as demais Pessoas da Trindade 1 Co Nomes que O apresentam realizando obras que somente Deus pode fazer Rm ; Jo O Espírito possui atributos divinos. Onipresença SI Onipotência Gn Verdade l jo Santidade Lc Vida Rm Sabedoria Is Gerar a Cristo em Sua encarnaçao Lc.

    Convencer o homem Jo 5. Regenerar o homem Jo. Interceder Rm Santificar 2 Ts Ele procedeu eternamente do Pai e do Filho sem que isso dividisse ou alterasse, de algum modo, a natureza de Deus. Este conceito foi formulado no Credo de Constantinopla em Vestimenta Lc Pomba Mt ; Mc ; Lc ; Jo Penhor 2 Co ; ; Ef Fogo At Óleo Lc ; At ; 2 Co ; 1 Jo Selo 2 Co ; Ef ; Servo Gn Vento Jo ; At Vida SI ; Jó Ordem Is ; Jó Beleza SI ; Jó No Homem.

    O Espírito estava em certas pessoas na época do A. Gn ; Nm ; Dn ; ; O Espírito enchia alguns Êx ; Assim, Seu relacionamento pessoal com os homens no A.

    A passagem mais específica é 2 Pedro cf.

    Teologia Elementar granitecountertop.mobi | Bíblia | Pecado

    O Espírito usou: 1. A palavra falada Êx Sonhos Gn20; Visões Is A Palavra escrita Jo ; 1 Co Do NT. Ela é afirmada pelos autores do N. Ela é atestada mutuamente pelos apóstolos 1 Tm ; 2 Pe Em Seu Nascimento Virginal. Em Sua vida. Cristo foi ungido pelo Espirito Lc. Cristo foi cheio do Espírito Lc Cristo foi selado com o Espírito Jo Cristo foi guiado pelo Espírito Lc Cristo foi capacitado pelo Espírito Mt Em Sua Morte.

    Hb ; alguns citam também Rm Convencimento Jo Do pecado. O estado pecaminoso do homem se deve à sua incredulidade, b.

    Da justiça. O homem é convencido da justiça de Cristo porque Ele ressurgiu e ascendeu à direita do Pai.

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    Do juízo. É obra de Deus, particularmente do Espírito Jo ; Tt Uma nova natureza 2 Co Uma nova vida 1 Jo As pessoas habitadas. Todos os verdadeiros crentes, porque: a. O Espírito é um dom Rm Jo Sim, mas apenas antes do Dia de Pentecostes 1 Sm Batismo 1 Co Características do batismo. Ocorre apenas na Era da Igreja ainda era futuro em At Envolve todos os crentes 1 Co ; Ef Ocorre apenas uma vez tempo aoristo em 1 Co Conseqüências do batismo, a. Faz os crentes membros do Corpo de Cristo.

    Une os crentes com Cristo em Sua morte no que diz respeito à natureza pecaminosa Rm O agente - o Pai 2 Co ; Ef ; O instrumento - o Espírito é o selo.

    É uma garantia de segurança para o crente. Um dom espiritual é uma capacidade dada por Deus ao crente para o desempenho de um serviço. Fonte -o Espírito 1 Co Essas capacidades podem e devem ser desenvolvidas por quem as te o dom de ensino, por exemplo, precisa ser desenvolvido através do estudo. Listas de dons se encontram em Romanos ; 1 Coríntios , ; Ef Ter a plenitude do Espírito, ou ser cheio do Espírito, significa ser controlado pelo Espírito Ef A plenitude do Espírito é uma ordem para o crente Ef , o verbo é um imperativo.

    A plenitude do Espírito produz semelhança a Cristo Gl Condições para Estar Cheio do Espírito. Elohim é o nome mais usado e aparece mais de 2. O nome El-Shaddai têm um significado muito expressivo dentro dos textos em que ele aparece. Shaddai é derivado de Shadad, ser poderoso, e indica que Deus possui todo o poder tanto no céu como na terra.

    Como bem disse o Dr. Fortalecendo ainda mais essa idéia e nos ajudando a perceber a sublimidade desse nome o qual Deus quis revelar-se aos seus servos, Don Fortner, The names of the God, www. Esse nome aparece pela primeira vez nas Escrituras em Gn Quando aparece vemos o distanciamento entre o que é Altíssimo daquilo que nós mesmos somos.

    O fato de Deus ser Eterno mostra que Ele é capaz de manter as coisas exatamente do modo com que Ele determinou que acontecessem. E no contexto do Gn Um outro nome a ser observado nesse momento é Adonai. Este nome relaciona-se com os anteriores, quanto ao seu significado. O que mostra a grandeza e supremacia de Deus vista por meio de seus santos nomes. Este nome pelo que tudo indica aparece pela primeira vez em Gn No entanto, vemos Deus claramente mostrando que tinha controle sobre tudo e que daria um filho a ele.

    Don Fortner, The names of the God, www. Adonai significa causa, ou suporte. Verdadeiramente, Adonai é um nome adequado para nosso Deus. Ele é a causa original de todas as coisa Rm E nosso Deus suporta e mantém todas as coisas Hb1. Adonai retrata a perspectiva do Deus que governa que reina que determina e faz acontecer todas as coisas de acordo com o poder de sua santa palavra e ao mesmo tempo, nunca se esquece das necessidades de seus servos.

    Sempre podemos contar com o Deus governador, nos momentos mais difíceis pelos quais passamos, O Senhor é a nossa base, é a causa de tudo o que acontece no universo criado. O nome Jehovah é um nome predicativo de Deus, que o qualifica como sendo Auto-existente. A providência do Senhor mostra Deus cuidando das necessidades de seu povo.

    Depois de andarem esses dias todos, chegaram a um local chamado de Mara, cerca de 80Kl pela costa ocidental do monte Sinai e o povo reclamou, queixou-se das tremendas dificuldades que enfrentaram. O texto sob o qual o nome de Deus aparece mostrando-se como Senhor nossa Bandeira, é interessante.

    Os amalequita vieram sobre os filhos de Israel, liderados por Amaleque, e Moisés mandou Josué escolher homens de guerra, os quais foram escolhidos com muita propriedade. Aqui vemos o nome que revela Deus, como aquele que nos proporciona paz de forma pessoal.

    Esse nome aparece em Jz6. Infelizmente muitos entre o povo de Deus, vivem de maneira angustiada, sem objetivo e propósito esquecendo-se do servir a Deus em fidelidade e verdade. Deus odeia o pecado, mas ama a justiça, portanto, em Cristo somos amados por Deus e sem Cristo, somos consumidos pelo ardente fogo do Senhor. Cristo é a nossa paz, aproximou-nos de Deus e abriu para nós portas de relacionamento pacífico com o Senhor. Portanto, o Senhor é a paz do Seu povo, sejam quais forem os problemas que passamos, Deus é a nossa paz, creia nisso para nunca desesperar-se.

    Quando pensamos um pouco a respeito do Sl23, vemos o salmista Davi mostrando claramente o seu interesse e proximidade para com seu povo. Don Fortner, Names of God, www.

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    Ter Cristo como pastor é sentir-se seguro, amparado, protegido e suprido em qualquer necessidade que venha aparecer. Jesus é abundantemente qualificado para ser o nosso pastor. A inabilidade para isso, advinha da incapacidade do homem em guardar os mandamentos de Deus, pois agora tornara-se pecador, incapacitado por causa do pecado, em oferecer agradavelmente um sacrifício que contentasse a Deus.

    Porém o próprio Cristo, filho de Deus, resolveu juntamente com o Pai, antes dos tempos eternos, pagar a dívida dos homens, eleitos Dele, e assim, assumiu a nossa culpa e a nossa morte, dando por meio de sua morte substitutiva cabo da própria morte. Cristo é nossa justiça, Ele morreu por nós, ou melhor, Cristo morreu em nosso lugar, fazendo um acerto de contas com Deus que beneficiou o seu povo.

    Esse nome, quebra paradigmas do pensamento Deísta que argumenta dizendo que Deus é um Ser transcendente impossível de relacionamento. E isso realmente é um fato, que além de tudo nos faz seguros e protegidos. O Batismo Ordenado por Cristo Praticado pela Igreja primitiva A Ceia do Senhor Observada pela Igreja primitiva Sua misso Sua existncia Estabelecida pelo ensino do Antigo Testamento Estabelecida pelo ensino do Novo Testamento Suas caractersticas Seres criados Seres espirituais Seres pessoais Seres que no se casam Seres imortais Seres velozes Seres poderosos Seres dotados de inteligncia superior Seres gloriosos Seres de vrias patentes e ordens Seres numerosos Sua natureza mortal Todos foram criados santos Muitos se mantiveram obedientes: confirmados em bondade Muitos desobedeceram: confirmados na iniqidade Suas atividades Dos anjos bons Dos anjos maus Seu estado original Criado perfeito em sabedoria e beleza Estabelecido no monte como querubim da guarda Impecvel em sua conduta Elevado era seu corao de vaidade e falsa ambio Rebaixado em seu carter moral e deposto de sua exalta posio Sua posio Muito exaltada Prncipe da potestade do ar Prncipe deste mundo Deus deste sculo Sua presente habitao Sua obra Originou o pecado Causa sofrimentos Causa a morte Atrai o mal Ilude os homens Inspira pensamentos e propsitos inquos Apossa-se dos homens Cega as mentes dos homens Dissipa a verdade Produz os obreiros da iniqidade Fornece energia a seus ministros Ope-se aos servos de Deus Pe prova os crentes Acusa os crentes Dar energia ao Anticristo Seu destino Ser perpetuamente amaldioado Ser tratado como inimigo derrotado que Ser expulso dos lugares celestiais Ser aprisionado no abismo por mil anos Ser solto pouco tempo, aps o Milnio Ser lanado no lago de fogo O caminho do crente em relao Satans Apropriar-se de seus direitos de redeno Apropriar-se de toda a sua armadura Manter o mais absoluto auto-domnio Exercer vigilncia incessante Exercer resistncia confiante Reconhecida por Jesus Reconhecida pelos setenta Reconhecida pelos apstolos Natureza essencial Natureza moral Apossam-se dos corpos dos seres humanos e dos irracionais Trazem aflio mental e fsica aos homens Produzem impureza moral A segunda vinda de Cristo Sua realidade estabelecida Pelo testemunho dos profetas Pelo testemunho de Joo Batista Pelo testemunho de Cristo Pelo testemunho dos Anjos Pelo testemunho dos apstolos Seu carter Seu propsito No tocante aos justos No tocante aos mpios No tocante ao Anticristo No tocante a Israel No tocante s naes gentlicas No tocante ao Reino davdico No tocante Satans Seu valor prtico Doutrina de consolo para os santos enlutados Bendita esperana para os que tm recebido a graa de Deus Incentivo vida santa Motivo para uma vida de servio fiel A ressurreio dos mortos Ensinada no Antigo Testamento Ensinada no Novo Testamento Literal e corporal Caractersticas do corpo ressuscitado Do crente Do incrdulo Sua ocasio Em relao aos crentes: antes do Milnio Em relao aos incrdulos: depois do Milnio Os julgamentos Significado do julgamento divino Conforme ensinado no Antigo Testamento Conforme ensinado no Novo Testamento Personalidade do Juiz Deus em Cristo Santos com auxiliares Sua ordem O julgamento da Cruz O julgamento atual da vida ntima do crente O julgamento das obras do crente O julgamento de Israel O julgamento das naes vivas O julgamento dos anjos cados O julgamento do Grande Trono Branco O destino futuro dos justos e dos mpios O cu em sua relao com o destino futuro dos justos Sua forma Seus habitantes O inferno em sua relao com o destino futuro do mpios Seus ocupantes Sua durao II Timteo So de alta antigidade.

    Contm o registro de acontecimentos do mais profundo interesse. A histria de sua influncia a histria da civilizao. Os melhores homens e os maiores sbios tm testemunhado de seu poder como instrumento de iluminao e santidade, e, visto que foram preparados por homens que falaram da parte de Deus movidos pelo Esprito Santo, a fim de revelar o nico Deus verdadeiro e Jesus Cristo a quem ele enviou, elas possuem por isso os mais fortes direitos nossa considerao atenciosa e reverente.

    Nossa atitude para com as Escrituras em si que determina em grande parte os conceitos e as concluses que tiramos de seus ensinamentos. Se as temos na conta de autoridade plena nos assuntos de que tratam, ento suas afirmaes positivas constituem para ns a nica base da doutrina crist. Sua Canonicidade ou Autenticidade. Seu Significado. Por canonicidade das Escrituras queremos dizer que, de acordo com padres determinados e fixos, os livros includos nelas so considerados partes integrantes de uma revelao completa e divina, a qual, portanto, autorizada e obrigatria em relao f e prtica.

    A palavra cnon de origem crist e derivada do vocbulo grego kanon, que por sua vez provavelmente veio emprestado do hebraico kaneh, que significa junco ou vara de medir, da tomou o sentido de norma ou regra. Mais tarde veio a significar regra de f, e finalmente, catlogo ou lista. Deve ser compreendido, entretanto, que a canonizao de um livro no significa que a nao judaica, por um lado, ou a Igreja Crist, por outro, tenha dado a esse livro a sua autoridade; antes, significa que sua autoridade, j tendo sido estabelecida em outras bases suficientes, foi conconhecer que cada um dos livros cannicos possui uma qualidade que determinou sua aceitao.

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    Foi percebida a sua origem divina, por isso foi aceito. A canonizao do seqentemente reconhecida como de fato pertencente ao Cnon e assim declarado. Deve se relivro importava em: 1 o reconhecimento de que seu ensino era, em sentido especial, divino; 2 a conseqente atribuio ao livro, pela comunidade ou seus guias, de autoridade religiosa. As Escrituras no exigem credulidade cega por parte daqueles que examinam a fim de estud-las, mas, sim, crena inteligente fundamentada na base de fatos crveis.

    O Cnon do Antigo Testamento. O Antigo Testamento no contm nenhum registro da canonizao de qualquer livro ou coleo de livros, mas sempre reconhece os livros como possuidores de autoridade cannica. So falhas todas as teorias que consideram a canonizao dos livros do Antigo Testamento como obra do povo. A autoridade cannica e seu reconhecimento so duas coisas distintas. Prova-se por trs consideraes que a deciso do povo no foi a causa da canonicidade.

    Naqueles tempos, a autoridade no era considerada como proveniente do povo, mas sim de Deus. Tal teoria crtica colocaria fora o princpio da civilizao moderna nos tempos antigos.

    A fim de que os livros fossem reconhecidos por Israel, era necessrio possurem autoridade cannica prvia, pelo contrrio, Israel no teria reconhecido. Eram cannicos pelo fato de ser divinamente inspirados e de possuir autoridade divina desde sua primeira promulgao.

    Os dois relatos de assim-chamada canonizao no o so propriamente. O que se refere ao livro de Deuteronmio no tempo de Josias,. O livro era reconhecido como sendo j autorizado, por todos que o liam. Saf leu o livro diante do rei Josias, que imediatamente rasgou suas vestes e ordenou uma consulta ao Senhor a respeito das palavras do livro, dizendo Grande o furor do Senhor, que se acendeu contra ns, por quanto nossos pais no deram ouvidos s palavras deste livro, para fazerem segundo tudo quanto de ns est escrito II Rs.

    Josias ajuntou o povo e leu diante dele o livro II Rs. Semelhantemente, o registro de Neemias 8 no o da canonizao de um livro. Sua aceitao era apenas o reconhecimento de uma autoridade j existente.

    A leitura teve por objetivo a instruo do povo. No Antigo Testamento no h registro da aceitao formal pelo povo de nenhum dos livros pertencentes segunda e terceira divises do cnon.

    No obstante, esses livros eram evidentemente considerados cannicos. Fosse imprescindvel ou a aceitao pelo povo, ou o endosso oficial pelos escribas para a canonizao dos livros, o registro de tal ato seria uma parte importante de cada livro ou, pelo menos, de cada diviso de cnon.

    Mas no existe nenhum registro dessa natureza. A explicao bvia que os livros eram reconhecidos como cannicos desde o princpio. Raven As Escrituras do Antigo Testamento so chamadas, dentre outros ttulos, de a lei dos profetas Mt. II Rs. Hilquias entregou o livro a Saf, e este o leu. Ajuntai o povo, os homens, as mulheres, os meninos, e o estrangeiro que est dentro da vossa cidade, para que ouam e aprendam, e temam ao Senhor vosso Deus, e cuidem de cumprir todas as palavras desta lei; para que seus filhos, que no a souberam, ouam, e aprendam a temer ao Senhor vosso Deus, todos os dias que viverdes sobre a terra qual ides, passando o Jordo, para o possuir.

    II Cr. E o ter consigo, e nele ler todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer ao Senhor seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei, e estes estatutos, par os cumprir. Isto far para que o seu corao no se eleve sobre os seus irmos, e no se aparte do mandamento, nem para a direita nem para a esquerda; de sorte que prolongue os dias no seu reino, ele e seus filhos no meio de Israel.

    Lembra-te da palavra que ordenaste a Moiss teu servo, dizendo: Se transgredirdes, eu vos espalharei por entre os povos; mas se vos converterdes a mim e guardardes os meus mandamentos, e os cumprirdes, ento, ainda que os vossos rejeitados estejam pelas extremas do cu, de l os ajuntarei e os trarei para o lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o meu nome.

    Aceitao demonstrada pelo fato de serem os Profetas colocados em p de igualdade com a Lei. Os profetas salientavam a lei Is. A desobedincia aos profetas era igualmente digna de castigo II Rs. Aceitao demonstrada pela referncia de Daniel a declaraes profticas preservadas em livros. II Tm. II Pe. O Cnon do Novo Testamento. Ele me glorificar porque h de receber do que meu, e vo-lo h de anunciar. Tudo quanto o Pai tem meu; por isso que vos disse que h de receber do que meu e vo-lo h de anunciar.

    Foi depois de um perodo considervel de tempo, a contar da ascenso do Senhor, que foi escrito, em realidade, qualquer dos livros contidos no cnon do Novo Testamento. A obra primria e mais importante dos apstolos era a de dar testemunho pessoal dos fatos bsicos da histria evanglica. O ensino deles foi inicialmente oral, mas, no decurso do tempo, muitos procuraram dar forma escrita a esse Evangelho oral.

    Enquanto os apstolos ainda viviam, no era urgente a necessidade de registros escritos das palavras e aes de nosso Senhor. Mas, quando chegou o tempo de serem eles removidos do mundo, tornou-se extremamente importante que fossem publicados registros autoritativos. Assim, vieram existncia os Evangelhos. Os fundadores das igrejas, freqentemente impossibilitados de visit-las pessoalmente, desejavam entrar em contato com seus convertidos no propsito de aconselh-los, repreend-los e instru-los.

    Assim surgiram as Epstolas. A perseguio movida por Diocleciano D. Os perseguidores exigiram que fosse abandonadas as Escrituras. A isso se negaram os cristos. Ento tornou-se urgente a pergunta: Que livros so apostlicos? A resposta est em nosso Novo Testamento. Pesquisas cuidadosas, regadas por orao, aprimoradas, mostraram quais livros eram genunos e quais eram falsos.

    Assim surgiu o cnon do Novo Testamento. Os livros das Escrituras do Antigo e do Novo Testamentos, conforme os possumos hoje, tm sido aceitos pela Igreja durante toda a. Sua Veracidade. Por veracidade das Escrituras queremos dizer que seus registros so verazes, e que assim podem ser aceitos como declaraes dos fatos. O carter cannico das Escrituras, incluindo a genuinidade de sua autoria, fica assim demonstrado como fato estabelecido; porm, a questo de sua veracidade ainda precisa ser corroborada.

    Um livro pode ser genuno quanto sua autoria, e, contudo, no ser crvel quanto ao seu contedo. Por exemplo, entre as obras de fico, possumos as de Dickens, Shakespeare e Stevenson, com provas incontestveis de sua autoria. Nenhuma pessoa inteligente, entretanto, tentaria estabelecer a veracidade de suas narrativas. So universalmente reconhecidas como fico. Seria esse o caso da Bblia, ou ela ao mesmo tempo genuna e veraz? A veracidade de qualquer afirmao ou srie de afirmaes pode ser testada mediante comparao com os fatos, desde que tais fatos estejam disponveis.

    A veracidade das afirmaes bblicas pode ser e tem sido testada mediante fatos descobertos pela investigao cientfica e pela pesquisa histrica. Estabelecida por consideraes negativas. Quando corretamente interpretados, suas afirmaes se harmonizam com todos os fatos conhecidos a respeito da constituio fsica do universo e com o mistrio dos mundos planetrio e estrelar; com a constituio do homem e com sua complexa natureza e seu ser; com a natureza dos animais inferiores, e com suas vrias espcies na escala da existncia; com a natureza das plantas e com o mistrio da vida vegetal; e com a constituio da terra e suas formas e foras materiais.

    Freqentemente levantada a questo da exatido cientfica das afirmaes bblicas. Algumas vezes essa questo aliada com a alegao que. Apesar, porm, de ser verdade que a Bblia no tem como tema uma questo secundria como a cincia natural, mas antes, trata da histria da redeno, inclui, contudo, em seu escopo, todo o campo da cincia. Em todas as suas afirmaes, portanto, a Bblia deve falar e realmente fala com exatido. A Bblia se ope a certo nmero de conceitos filosficos do mundo e refuta-os: o atesmo, o politesmo, o materialismo, o pantesmo e a eternidade da matria Gn.

    Estabelecida por consideraes positivas. As descobertas arqueolgicas provam que os povos, os lugares e os eventos mencionados nas Escrituras so encontrados justamente onde as Escrituras os localizam, no local exato e sob as circunstncias geogrficas exatas descritas na Bblia.

    Kyle diz que os viajantes no precisam de outro guia alm da Bblia quando descem pela costa do Mar vermelho, ao longo do percurso seguido no xodo, onde a topografia corresponde exatamente que dada no relato bblico.

    Sir William Ramsey, que iniciou suas exploraes na sia Menor como pessoa que duvidava da historicidade do livro de Atos, d testemunho da sua maravilhosa exatido quanto s particularidades geogrficas, conhecimento das condies polticas, que somente algum vivo naquela poca e presente em cada localidade poderia saber. Ficou ele to impressionado com essas fotos que se tornou ardente advogado da historicidade do livro de Atos. Todas as afirmaes bblicas concernentes s raas a que se referem, tm sido demonstradas como harmnicas com os fatos etnolgicos revelados pela arqueologia.

    Trata-se de fato bem confirmado pela pesquisa arqueolgica que, sempre que as Escrituras mencionam um povo ou suas relaes raciais, sua origem ou seus costumes, ou afirmam que governaram ou serviram outras naes, ou se trate de outro fato qualquer, pode-se confiar que essas afirmaes esto exatamente de acordo com as revelaes da arqueologia. Por conseguinte, a nica teoria que um historiador pode sustentar, em face de tais fatos, que o autor da genealogia dos povos, em Gnesis 10, deve ter tido diante de si, quando escrevia, informaes originais de primeira ordem.

    A identificao bblica de povos, lugares e acontecimentos com o perodo de sua ocorrncia corroborada pela cronologia sria e pelos fatos revelados pela arqueologia. A Bblia possui um sistema real pelo qual fica demonstrado como correto o perodo ao qual atribudo cada acontecimento, ficando tambm demonstrado que a ordem dos acontecimentos a ordem correta da sua ocorrncia, e que as circunstncias acompanhantes so corretamente colocadas no tempo e dispostas. Os primeiros elementos de uma histria digna de confiana so encontrados nos documentos bblicos.

    Os lugares onde se afirma que os acontecimentos ocorreram, so localizados com exatido, os povos mencionados nesta ou naquela localidade, estavam realmente ali; e o tempo dos acontecimentos registrados o tempo exato em que devem ter acontecido.

    Isso fornece o arcabouo da histria inteira do Antigo Testamento. O registro bblico dos nomes e ttulos dos reis est em harmonia perfeita com os registros seculares, conforme estes tm sido trazidos luz pelas descobertas arqueolgicas. Wilson, professor de lnguas semticas, diz que os nomes de quarenta e um dos reis citados nominalmente no Antigo Testamento, desde o tempo de Abrao at o fim do perodo do Antigo Testamento, tambm so encontrados nos documentos e inscries contemporneos, escritos no tempo daqueles reis e geralmente sob a orientao dos mesmos, em seus prprios idiomas.

    A aceitao pela Igreja em toda a era crist, dos livros includos nas Escrituras que hoje possumos, representa o endosso de sua integridade. Concordncia de exemplares impressos, do Antigo e do Novo Testamentos datados de e D.

    Esses exemplares impressos, ao serem comparados, concordam nos seus aspectos principais com as Escrituras impressas que possumos hoje em dia, e assim provam, de uma vez, que tanto o Antigo como o Novo Testamento, na forma em que os possumos agora, j existiam h quatrocentos anos passados. Aceitao da integridade cannica base de manuscritos bblicos possudos por eruditos no sculo XV, em confronto com a aceitao de escritos seculares base de uma ou duas dezenas de exemplares.

    Quando essas Bblias foram impressas, certo erudito tinha em seu poder mais de 2. Kennicott reuniu manuscritos e DeRossi mais para a edio crtica da Bblia hebraica. Acima de outros manuscritos foram coligidos para a edio do Novo Testamento grego.

    Esse nmero sem dvida suficiente para estabelecer a genuinidade e autenticidade do texto sagrado. Tm servido para restaurar ao texto sua pureza original, e tambm nos fornecem absoluta certeza e proteo contra corrupes futuras.

    A maioria desses manuscritos foram escritos entre 1. Alguns remontam ao sculo IV. O fato de no possuirmos manuscritos anteriores ao sculo IV explica-se sem dvida pela destruio em massa dos livros sagrados no ano de D.

    Teologia Elementar Bancroft.pdf

    Confirmao por parte das quatro Bblias mais antigas, datadas entre e D. O contedo verdico das Escrituras tem sido plenamente comprovado apelando-se para os registros regulares e para os fatos reais reve-. Sua inspirao ou Autoridade Divina. Por inspirao das Escrituras queremos dizer que os escritores foram de tal modo capacitados e dominados pelo Esprito Santo, na produo das Escrituras, que estas receberam autoridade divina e infalvel. H diferena entre a afirmativa da inspirao e da integridade.

    Em referncia primeira, as Escrituras afirmam ser a palavra de Deus no sentido de que suas palavras, embora escritas por homem e trazendo as marcas indelveis de sua autoria humana, foram escritas, no obstante, sob influncia do Esprito Santo a ponto de serem tambm as palavras de Deus, a expresso adequada e infalvel de Sua mente e vontade para conosco.

    Embora o Esprito Santo no tenha escolhido as palavras para os escritores, evidente que Ele as escolheu por intermdio dos escritores. Assim sendo, a credibilidade da Bblia significa somente que ela se situa entre os melhores registros histricos de produo humana, enquanto que a inspirao da Bblia subtende que, ainda que se assemelhe a tais registros histricos, pertence ela a uma categoria inteiramente distinta; e que, diferentemente de todos os demais escritos, ela no apenas geralmente digna de f, mas no contm erros e incapaz de erro; e que assim porque se distingue absolutamente de todos os outros livros, visto que em si mesma, em cada uma de suas palavras, a prpria palavra de Deus.

    Os sinais do que divino sempre podem se distinguir, visto que evidenciam aquilo que acima do natural. Assim, as Escrituras se distinguem de todas as produes humanas pelo fato de possurem caractersticas que tornaram necessria a sua classificao como sobrenaturais e divinais. O testemunho da arqueologia, quanto veracidade ou integridade das Escrituras, tambm pode ser considerado como evidncia que cor-.

    Se as Escrituras devem ser reputadas como declaraes da verdade, sem qualquer mistura de erro, ento seu testemunho a respeito de sua prpria inspirao pode ser aceito como digno de confiana. As citaes abaixo ilustram o testemunho da arqueologia quanto exatido dos registros bblicos.

    H quem imagine que a histria de Abrao no deve ser crida mais que a histria de Aquiles, de Enias ou do rei Arthur, mas a verdade que tm sido trazidos luz documentos escritos no tempo de Abrao e na terra onde ele cresceu.